Estudo sobre o fedor dos pés ganha prêmio Ignobel 2006

em G1

Washington, 5 out (EFE).- Um estudo sobre o fedor dos pés e outro sobre um singular método para curar o soluço são alguns dos principais vencedores dos prêmios Ignobel 2006.

Uma pesquisa sobre o barulho estridente que as unhas fazem ao arranharem quadros-negros e outra sobre o número de fotografias que devem ser tiradas para que se tenha certeza de que nenhuma pessoa de um grupo saiu com os olhos fechados também receberam o prêmio humorístico, cujos vencedores são anunciados na mesma semana em que é divulgado o Nobel na Suécia.

Os vencedores foram anunciados pela revista humorística “Annals of Improbable Research”, que destacou uma pesquisa realizada por cientistas israelenses e dos EUA que determinou que o soluço pode ser curado através da introdução de um dedo no ânus do paciente.

“Estes prêmios tem como objetivo celebrar o estranho, render uma homenagem à imaginação, e encorajar o interesse das pessoas pela ciência, pela medicina e pela tecnologia”, afirmou Marck Abraham, diretor da revista.

Certamente, ao contrário do Nobel, os ganhadores destes prêmios não recebem dinheiro e caem logo no esquecimento, sem influir na ciência e na medicina.

A lista dos principais ganhadores dos Prêmios Ignobel é a seguinte: Matemática: Nic Svenson e Piers Barnes, da Organização de Pesquisa Científica da Austrália, por calcular o número de fotos que devem ser tiradas para que se tenha certeza de que todos os componentes de um grupo apareceram com os olhos abertos.

Ornitologia: Ivan Schwab e Philip Mai, da Universidade da Califórnia, por um estudo que explica porque os pássaros carpinteiros não sofrem dores de cabeça.

Biologia: Bart Knols, da Universidade Wageningen de Agricultura dos Países Baixos, o Instituto Nacional de Pesquisa Médica da Tanzânia e a Agência Internacional de Energia Atômica, por demonstrarem que o mosquito “Anopheles gambiae”, que transmite a malária, é atraído pelo cheiro do queijo tipo “limburguer” e pelo fedor de pés humanos.

Nutrição: Os cientistas kuwaitianos Wasmia al-Houty e Faten al-Mussalam, por um estudo que demonstra que os escaravelhos do estrume são animais comensais muito seletivos.

Paz: O cientista galês Howard Stapleton, que inventou um dispositivo “repulsivo de adolescentes”, que faz um barulho irritante para as pessoas desta faixa etária que não é escutado pelos adultos.

Acústica: Lynn Halpern, Randolph Blake e James Hillengran, da Universidade Northwestern, de Chicago, que realizaram um experimento para determinar o porquê de o barulho que as unhas fazem sobre um quadro-negro ser tão irritante.

Medicina: Francis Fesmire, do Colégio de Medicina da Universidade do Tennessee, e uma equipe do Centro Médico de Haifa, Israel, pela publicação de um estudo intitulado: “Término do soluço mediante uma massagem retal digital”.

fonte: Agência EFE

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