Escrever, definitivamente, é um dom!

Acabo de ler num blog (dos sérios!) que Luis Fernando Veríssimo não gosta de escrever. Escreve por obrigação. Estou chocada!

Estou assim não pelo fato em si, dele não gostar de escrever, mas pela reflexão que veio na sequência (sem trema!). Por que ficamos impressionados com o fato de uma pessoa fazer algo apenas por obrigação e fazer bem? Por que ficamos impressionados quando uma pessoa tem um dom – vá lá, não dá para negar, ele sabe escrever e ponto – e não gosta dele? Sim, foi isso que ele disse: não gosto de escrever!

Isso pode ser – talvez, quem sabe – simples de explicar: escrever provavelmente não é uma arte, somente um dom. Ou você sabe, ou não. Não digo escrever como estou fazendo – qualquer coisa, com algum sentido -, mas escrever mesmo, cativar pela palavra, envolver pelo texto. Por que penso isso? Porque tenho certeza de que a arte envolve paixão, emoção, sentimentos. E não se pode fazer algo por obrigação sem isso.

Então, digo: escrever é um dom. E aqueles que o tem, por prazer ou não, usem-no! Porque o prazer da leitura, esse sempre vai existir.

E ao Veríssimo, muito obrigado pelo esforço – cruel?? – que passa para que possamos desfrutar ds seus deliciosos contos, crônicas e quadrinhos.

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