Achado fragmento inédito do Codex

Da Veja.com


Um fragmento do Codex Sinaiticus, considerado a Bíblia mais antiga
do mundo, foi encontrado por acaso na biblioteca de um monastério
egípcio. O achado foi feito por Nikolas Sarris, um estudante grego de
30 anos que está fazendo http://veja.abril.com.br/imagem/biblia-codex-reuters-440-.jpgum doutorado em conservação na Grã-Bretanha e
que participou do projeto de digitalização do Manuscrito Aleph, como
também é conhecido o Codex.

Sarris inspecionava fotografias de
uma série de encadernações compiladas no século XVIII por dois monges
do monastério de Saint Catherine, no Monte Sinai, quando se deparou com
partes do Livro datadas de aproximadamente 350 d.C. “Foi um momento
muito emocionante”, lembra o acadêmico, segundo o jornal Independent. “Embora não seja minha área de especialidade, eu ajudei no projeto online, de forma que o Codex ficou fortemente impresso na minha memória”.

O
estudante conta que começou a analisar as letras e colunas e
rapidamente percebeu que se tratava de um fragmento do Aleph. Ele então
mandou um e-mail para o padre Justin, bibliotecário do monastério, e
sugeriu que desse uma olhada mais atenta na encadernação, o que
confirmou as suspeitas. Acredita-se que o trecho encontrado, com apenas
um quarto visível, pertence a Josué, Capítulo 1, Versículo 10.

Ao
longo dos séculos, os monges do monastério de Saint Catherine
reutilizaram com frequência pergaminhos antigos, sobretudo devido a
dificuldade de obter novos na região. Isso faz com que a descoberta de
Sarris seja ainda mais significativa, pois, segundo ele, há ainda 18
outras encadernações compiladas pelos mesmos dois monges que
reaproveitaram partes do Codex. “Não sabemos se iremos encontrar mais
do Codex nesses livros, mas, definitivamente, valerá a pena procurar”.

cio. O achado foi feito por Nikolas
Sarris, um estudante grego de 30 anos que está fazendo um
doutorado em conservação na Grã-Bretanha e que
participou do projeto de digitalização do Manuscrito
Aleph, como também é conhecido o Codex.

Sarris
inspecionava fotografias de uma série de
encadernações compiladas no século XVIII por dois
monges do monastério de Saint Catherine, no Monte Sinai, quando
se deparou com partes do Livro datadas de aproximadamente 350 d.C. “Foi
um momento muito emocionante”, lembra o acadêmico, segundo o
jornal Independent. “Embora não seja minha área de especialidade, eu ajudei no projeto online, de forma que o Codex ficou fortemente impresso na minha memória”.

O
estudante conta que começou a analisar as letras e colunas e
rapidamente percebeu que se tratava de um fragmento do Aleph. Ele
então mandou um e-mail para o padre Justin, bibliotecário
do monastério, e sugeriu que desse uma olhada mais atenta na
encadernação, o que confirmou as suspeitas. Acredita-se
que o trecho encontrado, com apenas um quarto visível, pertence
a Josué, Capítulo 1, Versículo 10.

Ao longo
dos séculos, os monges do monastério de Saint Catherine
reutilizaram com frequência pergaminhos antigos, sobretudo devido
a dificuldade de obter novos na região. Isso faz com que a
descoberta de Sarris seja ainda mais significativa, pois, segundo ele,
há ainda 18 outras encadernações compiladas pelos
mesmos dois monges que reaproveitaram partes do Codex. “Não
sabemos se iremos encontrar mais do Codex nesses livros, mas,
definitivamente, valerá a pena procurar”.

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