Gente é commodities?

Não é uma questão de concordar ou não com a vinda dos médicos cubanos para o Brasil, mas sim, de ser justo.

Na coluna Painel (Folha de S. Paulo, de hoje):

Mais-valia cubana O Itamaraty e o Ministério da Saúde travam uma negociação dura com o governo de Cuba, intermediada pela Opas (Organização Pan-Americana da Saúde), a respeito do valor que será pago aos médicos que atuarão no Brasil. O governo brasileiro quer fixar em contrato que os médicos ganharão pelo menos 40% dos
R$ 10.000 que serão repassados ao governo cubano por profissional, mais ajuda de custo. Em outros países, os profissionais recebiam o salário-base de Cuba.

Commodity Na negociação com o Brasil, o governo cubano diz que os médicos compõem a balança comercial do país, o que justificaria a retenção de parte do valor pago pelo país ”importador”.

(…) TIROTEIO

A Organização Pan-Americana da Saúde é o navio negreiro do século 21 e o ministro Alexandre Padilha é o senhor de engenho.

DO DEPUTADO RONALDO CAIADO (DEM-GO), sobre os médicos cubanos trazidos ao Brasil por intermédio da Opas, em regime que a oposição considera escravo.

Gente agora é commodities? Como assim?

Então vamos fazer o seguinte: para cada brasileiro trabalhando no exterior, vamos manter o salário mínimo dele e o resto dar para o governo. Que tal?

=/

Eu hein… que mundo!

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