“Não vou falar mal da sua escolha que eu acho uma m…, mas não vou dizer que é imbecil… ”

Engraçadas essas linhas do tempo do Facebook onde se fala que respeita um ou outro ponto de vista partidário (ah! Estamos sim falando de eleições). E ainda completa que que não vai trucidar matar julgar o coleguinha, amigo de Face e afins, por não ter a mesma opinião que a sua. Até aí, tudo bem. Se a autodeclaração acabasse aqui. Ponto. Parágrafo.

Então, tem o segundo parágrafo…

E começa a ladainha Com um texto que se segue por infinitas linhas falando não sobre a escolha alheia mas como a sua opção é maravilhosa e a outra uma m…  piiiiiiii

… uma meleca sem fim. Há argumentações, fatos, factoides… um saco sem fundo de explicações de porque é inteligente, sensato e sábio que pensa como você e os outros, bom, piiiii para os outros.

Agora, alguém me atualiza se eu estiver errada: quando você diz que não vai discutir nem julgar ninguém pelas suas escolhas, avaliar como uma m…  como uma insanidade   como coisa de maluco  como uma ideia imbecil negativamente a qualidade dessa escolha me parece a mesma coisa.

Ok Ok… você escolhe o que/quem quiser, fala o que quiser, posta o que quiser no seu Face e lê quem quer, bloqueia quem tem juízo quer.  Mas um tiquinho assim de coerência nunca fez mal a ninguém, fez?

=)

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