Tema 10/50: Quando a geografia já não é mais problema, é preciso escolher a ferramenta

Quem escolhe o meio é o aluno, não o professor. Viva com isso!

Desde o dia 21 de janeiro, participo de uma iniciativa A Educação a Distância no Contexto Atual: 50 temas e 50 dias online. A ideias é ter 50 dias de debate online, as contribuições serão compiladas e selecionadas e-book. Essa iniciativa é um projeto do Grupo A, a ABED e o Guia EAD Brasil. Vou compartilhar minhas impressões sobre os temas, por aqui. Ótimos 50 dias para nós. O tema 10 é: Rompendo distâncias. O crescente desenvolvimento de soluções e recursos tecnológicos tornou possível a “proximidade” entre pessoas que estão geograficamente separadas. Em um curso a distância, quais as estratégias para desenvolver/manter essa proximidade e quais os recursos (TICs) devem ser utilizados para que os alunos se sintam mais próximos dos tutores, professores e dos colegas, desenvolvendo a afetividade e colaborando para um melhor aproveitamento e engajamento?

O ciberespaço de Pierre Lévy nos permite eliminar o fator geográfico e estarmos juntos – de forma sincrônica ou assíncrona. Ao trazer isso para o ambiente de aprendizagem online, é fundamental explorar essa característica em todas as suas dimensões, dentro de um planejamento pedagógico coerente, claro!

Neste momento, temos o boom do WhatsApp como primeira forma de comunicação em nosso país. Noutros contextos, Messenger e Comunidades (Facebook), Hangout (Google), juntando-se a esses “comunicadores” globais as próprias ferramentas dos ambientes de aprendizagem, como serviço de mensageria, fóruns e comunidades (normalmente, atreladas ao uso do email como primeira ponto de contato).

Na minha experiência, a mensageria do ambiente pode ser sempre a forma oficial de comunicação (imaginem isso como o nosso antigo memorando). Mas o conectivismo orgânico dos alunos vai sempre mostrar a mídia de comunicação na qual eles estão engajados e que vai promover o melhor aproveitamento. Já tive experiência de numa oferta a turma preferir a comunidade do Facebook e na outra usar o WhatsApp.

Nesse sentido, cabe ao tutor primeiro conhecer as ferramentas e suas potencialidades, depois, conhecer os alunos e ver qual se encaixa melhor no perfil da turma. Tudo isso, com a mente aberta, inclusive, para uma outra forma comunicação que ele ainda não conheça.

Fato é que praticar o conectivismo não é tarefa fácil e pressupõe, da parte do educador conhecimento das potencialidades e domínio de uso das TICs, aliado a uma curiosidade constante sobre novas formas de comunicação que possam colaborar para o processo de aprendizagem coletiva.

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