Tema 17/50: Professor online precisa ter sido aluno online

Não dá pra ser sem ter sido.

Desde o dia 21 de janeiro, participo de uma iniciativa A Educação a Distância no Contexto Atual: 50 temas e 50 dias online. A ideias é ter 50 dias de debate online, as contribuições serão compiladas e selecionadas e-book. Essa iniciativa é um projeto do Grupo A, a ABED e o Guia EAD Brasil. Vou compartilhar minhas impressões sobre os temas, por aqui. Ótimos 50 dias para nós. A apresentação do tema 17 é: Empatia, é uma das habilidades que faz com que nos relacionamos melhor. Além do desenvolvimento da empatia, já ter sido aluno online torna um professor online melhor? Deveria ser pré-requisito para a função?


Ao abrir o tópico falando de empatia, penso que a questão já está respondia. Todo o professor já foi um aluno nas modalidade mais tradicionais. Talvez por isso ele tenha se tornado um professor. É bem provável que um atual professor tenha tido experiências positivas num contexto de sala de aula e quis repetir isso para outras pessoas.

Então, fica o aviso: não dá pra ser professor online sem ter sido aluno online. Não dá para ser um bom professor online sem se identificar com a posição de aluno. Porque, sem isso, sem ter tido esta experiência, não haverá uma necessidade de replicar e querer fazer com que outras pessoas também tenham essa vontade de aprender dessa forma.

Arrisco dizer que todas as experiências dos bons professores, mesmo daqueles que às vezes dizemos que nasceram para ensinar, vieram da sua prática, do dia a dia. Há história recorrentes de pessoas que ensinavam os irmãos, mas sempre diziam que repetiam o que viam na escola, que tinham um professor ou um personagem educador em suas vidas.

Segue-se o mesmo no online. É preciso prática como aluno. É preciso entender os problemas, as facilidades. É preciso se perceber na situação, não pela empatia, pura e simplesmente, mas para poder avaliar e experimentar situações e perceber o que pode ser melhor.

Eu, sempre que estou em fase de concepção de um curso, me matriculo em vários, de temas diversos, nas múltiplas plataformas que estão disponíveis. Experimento cursos em vídeo, com textos longos, curtos, “gamificados”, expositivos. As experiências positivas, como tais, quero replicar, mostrar a outros alunos o quão “super-demais” foi aprender daquela forma. As negativas, em como melhorar ou em já descartar porque daquela forma, bom, daquela forma não deu.

O entusiasmo de ensinar parte da paixão que se tem em aprender. Para mim, é assim. Se eu não aprendesse pelo EaD, eu não criaria essa “paixão” e não estaria aqui tratando desse assunto com vocês!


E aí, quantos cursos online você já fez em 2019?

=)

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