Fatos & Boatos: seu novo espaço de informação – governamental (?)

Não! Não é piada!

Fatos & Boatos não é a nova revista de fofocas. Nem uma nova versão dos sites de celebridades.

Fatos & Boatos é um site criado pelo governo!
(emoji de espanto!)
Sim! E hospedado no brasil.gov.br (www.brasil.gov.br/fatos-e-boatos/)
(mais emoji de espanto!)

Para quê?
Para desmentir informações que circulam por aí.


Posso começar uma crítica…

… pelo nome.
Fatos & Boatos

Posso passar pelo slogan.
“O que falam por aí, o governo esclarece aqui”.

Mas fico com o boato mais legal.
Boato do “chip da besta”

Leio jornal, revista, circulo compulsivamente por redes sociais.
Mas esse “chip da besta”?
Nunca vi.
Nunca ouvi.
Nunca li a respeito.

Ô governo!

Esclarecer fatos, tudo bem!
Mas vamos controlar a criatividade dos boatos, né?

Sem mais!

PS.: se você está se perguntando o que é o tal "chip da besta", é algo em torno do Registro Civil Nacional. Vai lá ver!
 =D

Veja outros boatos no site:

Fatos e Boatos Home

Todos os boatos

Composição a quatro mãos

Ele nasceu assim:

Minha filha (5 anos) pediu para que escrevêssemos uma história e eu comecei “era uma vez…” e completou: “uma menina!!”. A partir daí, fui fazendo as perguntas e ela dava a resposta. Escrevemos, então, a história da Sara.

Era uma vez uma menina com cabelo comprido e trancinhas. E o cabelo era escuro, bem escuro.

A menina estava brincando no parquinho. O nome da menina era Sara.

Sara tinha dois animais de estimação: um cachorro e um gato. O cachorro se chamava Salsicha e o gato, Chance. Os dois estavam no parquinho com a Sara.

O brinquedo que a Sara mais gostava no parquinho era o balanço.

Sara morava numa casa florida. As flores eram rosa e roxo. O quarto da Sara era roxo.

Ela tinha vários, vários brinquedos. O que Sara mais gostava era brincar com suas Barbies. Eram todas diferentes.

As comidas que Sara mais gostava eram carne queimadinha e salsicha com molho. Ela não gostava de salada nem de tomate puro. Ela só gostava de tomate com sal.

Sara morava com toda a sua família – menos o Papai, que morava longe.

Eles eram uma família muito feliz!

(se algum desenhista, ou aspirante, quiser ilustrar, ficaremos muito felizes!)

Sequestro de servidor ainda sem solução

Atualizada em 20/07/2009 às 16h56

Na manhã desse domingo, o Novo Coppola foi sequestrado. Seus amigos (mesmos os mortos!) aguardam notícias. A polícia já foi acionada e suspeita que ele tenha sido levado para o Rio de Janeiro por uma quadrilha especializada em pegar carona em ambulâncias. Ainda não houve contato nem pedido de resgate.

Até as 10 horas da manhã desta segunda-feira, sabia-se que um servidor havia sumido. Só após minunciosa avaliação do desenvolvedor master plus, Fábio Luciano, foi descoberto o sumiço. Desde então a polícia trabalha no caso.

O Novo Coppola era a versão atualizada do velho Coppola. Ele foi criado para substituir o antigo que, há meses, faz greves e “operações Tataruga” na tentativa de se aposentar. “Isso é um absurdo! Sou um velho e tenho direito a aposentadoria. Agora, que arranjam um substituto, ele é sequestrado. Só pode ser coisa da oposição”, vociferava Coppola, na segunda-feira pela manhã.

A polícia descartou o envolvimento da oposição porque o sumiço aconteceu no final de semana. “Eles não trabalham direito nem durante a semana, quanto mais aos finais de semana”, disse um dos investigadores, que não preferiu não se identificar.

A família já fez um apelo emocionado nas rádios piratas do Rio e pediu que não façam mal aos teras do Novo Coppola . Em Brasília, apesar dos protestos, enquanto o Novo Coppola não é encontrado, o Coppola (velho) continuará nas suas funções originais.

Depoimento de Cássio Felipe, pai de um jovem notebook, que convive com os Coppolas: “Esse tipo de atitude me faz pensar em como é difícil criar um pequeno notebook hoje em dia. Só a nossa educação, dedicação e as constantes limpezas no HD já não resolvem mais. O mundo anda muito perigoso para nossos micros. Espero que a policia encontre os seqüestrados e lhe apliquem a pena que eles merecem. Sou a favor de Formatar pessoas que fazem isso.”

Se você não entendeu nada, esqueça! Esse post é só para quem trabalha comigo!

Manifesto pelo direito ao uso das sacolinhas plásticas e afins

Quero colocar uma garrafa em cada sacola plástica – e, dependendo da sacola, ainda poder usar duas.

Quero levar mais sacolas do que o necessário para poder usar no lixo do banheiro.

Quero passar pelo caixa sem que ele me ofereça uma sacola de material reciclado.

Quero usar saquinhos plásticos para o lanche das crianças.

Quero usar filme plástico para guardar comida na geladeira.

Quero tudo isso sem ter que passar pela Inquisição Ecológica

– que usa sacolas retornáveis, mas vai à padaria de carro.

Acima de tudo, quero o livre arbítrio para poder fazer tudo isso…

… ou não!

Escrito nos genes…

Tem gente que nasceu para fazer algum esporte. O corpo é perfeito, a força na medida exata – e o mínimo de esforço é necessário para que consiga colocar a bola na cesta, atravessar uma piscina num piscar de olhos, correr a velocidade da luz, ou anos-luz de distância… Esse tipo de talento vem escrito no código genético: “eis um esportista”.

Mas, e aquelas pessoas que gostam de esporte e cujo código genético foi praticamente escrito por um analfabeto nessa área? A elas, resta o esporte visual.

Ei, nunca ouviu falar no esporte visual??

Ele é democrático, se adapta a qualquer biotipo e você pode fazer em qualquer lugar. Além disso, praticamete não promove sudorese intensa, não tem treinos desgastantes e você não precisa escolher uma única modalidade. Se tem TV a cabo e assina ESPN ou Sport TV, então, pode praticar todas as modalidades. Você pode exemplo:

  • ver futebol
  • ver vôlei
  • ver tênis
  • ver natação
  • ver corrida

Aaahhh! Agora entendeu?

* * *

Minha mãe é a maior esportista visual que eu conheço. Ela sabe decor a tabela do Brasileirão, da Eurocopa, o ranking da ATP, qual o melhor nadador de 400m borboleta (se forçar a memória, sabe o tempo), qual foi a volta mais rápida da última prova da Fórmula 1 (e por quê!), qual jogador de basquete se contundiu no último jogo e quantos pontos ele fez. Ela perdeu a transmissão da última maratona, porque estava vendo uma final de triatlon – mas já assistiu aos melhores momentos. E, tudo isso, sem a menor vocação esportiva real. Dos 34 anos que a conheço, ela odeia suar e não corre nem para pegar o ônibus. Jogou um voleizinho e até um futebolzinho na juventude (contam as histórias de família, mas eu ainda acho que isso é lenda!!).

* * *

Agora dizem que o seu código genético tem influência direta nos seus relacionamentos pessoais, em como você faz amigos e quantos eles serão. Sua popularidade estaria definida quando você nasceu.

E você acredita nisso??

Um por semana…

Um por semana…
Escrever é como andar de bicicleta: a gente não esquece. Mas, quando passa muito tempo sem andar de bicicleta, nos primeiros 100 metros a gente fica, assim, meio bamba. Para não ficar “meio bamba”, também resolvi escrever, no mínimo, um texto por semana. Um texto qualquer… apenas escrever.

Sou uma jornalista com 3 blogs. Não escrevo em nenhum. Copio, colo. No máximo, faço um comentário. Estranho. não? Até eu mesma acho.

* * *

A pior parte de escrever sem inspiração é começar. Quando você tem uma idéia, um começo, uma inspiração, o texto flui… anda, as letras aparecem, a combinação de palavras perfeitas surge como que por puro encanto. Quando não tem, o texto sai a r r a s t a d o d e v a g a r… l e n t o!!

Fora isso, a enrolação. O escritor fica procurando assunto, pulando de um tema para outro. Algo meio esquizofrênico.

Aí, de repente, ela chega… A inspiração. Às vezes, chega devagar e o texto começa, aos poucos, a tomar forma. Outras vezes, a inspiração cai como piano de desenho animado e tudo começa a fazer sentido. Então, o leitor percebe – quase sente – que valeu a pena começar a leitura. E o escritor… esse entra em transe. Um transe literário redacional.

* * *

Transe literário redacional (TLR) = doença genética e não contagiosa.
Há vários tipos. Alguns causam sérios danos, mas raramente algum deles é no portador da doença e sim em terceiros. Outros consegue transformar a doença até em ganha pão. Muitos tem e nem sabem. E tem gente que quer ter, se esforça – até finge!! – mas, definitivamente, não tem!

* * *

Ainda não sei se sofro de TLR ou se estou no grupo que se esforça, mais nunca terá um diagnóstico assim. Mas se for – ai meu deus!! – não cliquem no RSS!! Será sempre uma tortura.

O ser humano é imprevisível – sempre para o pior

Isso é o que teu tenho visto nos últimos tempos. Se a coisa está ruim, aproveite, ela vai piorar! Lei de Murphy absoluta.

Mas o que se pode fazer com isso? Se preparar para o pior, esperar que nada dê certo e que as coisas vão descambar de vez. Aí, o pior não vai ser tão pior assim. Alguma coisa vai acabar dando certo (mesmo que por pura sorte!). E se não é tão pior e algo der certo, não vai descambar nada.

Complexo??

Siiiiim. Mas eficaz – dá resultado! Talvez não tão eficiente – não será, provavelmente da melhor forma. Mas efetivo – chegaremos lá!

E como diz o ditado: Entre mortos e feridos, todos se salvarão.

Escrever, definitivamente, é um dom!

Acabo de ler num blog (dos sérios!) que Luis Fernando Veríssimo não gosta de escrever. Escreve por obrigação. Estou chocada!

Estou assim não pelo fato em si, dele não gostar de escrever, mas pela reflexão que veio na sequência (sem trema!). Por que ficamos impressionados com o fato de uma pessoa fazer algo apenas por obrigação e fazer bem? Por que ficamos impressionados quando uma pessoa tem um dom – vá lá, não dá para negar, ele sabe escrever e ponto – e não gosta dele? Sim, foi isso que ele disse: não gosto de escrever!

Isso pode ser – talvez, quem sabe – simples de explicar: escrever provavelmente não é uma arte, somente um dom. Ou você sabe, ou não. Não digo escrever como estou fazendo – qualquer coisa, com algum sentido -, mas escrever mesmo, cativar pela palavra, envolver pelo texto. Por que penso isso? Porque tenho certeza de que a arte envolve paixão, emoção, sentimentos. E não se pode fazer algo por obrigação sem isso.

Então, digo: escrever é um dom. E aqueles que o tem, por prazer ou não, usem-no! Porque o prazer da leitura, esse sempre vai existir.

E ao Veríssimo, muito obrigado pelo esforço – cruel?? – que passa para que possamos desfrutar ds seus deliciosos contos, crônicas e quadrinhos.

Conhecer Paris é…

Depois de 6 meses, finalmente, consigo dizer o que é conhecer Paris. Sim! Seis meses; desde outubro, penso na viagem. Em cada momento, cada lembrança, cada uma das 1500 fotos e um caderno cheio de entradas de museu, tickets de metrô, papéis e recordações do que é conhecer Paris…

Conhecer Paris é caminhar. Caminhar pelas ruas estreitas, pelas grandes avenidas, pelos jardins floridos, pelo Louvre, pelo D’orsay, pelo Jardim des Tulleries, pelo Trodero, pelo Père Lachaise, pelo Champs de Mars… enfim, é caminhar. Nada de ficar enfurnado num metrô.

Conhecer Paris é se encantar com cada detalhe dos prédios de 1800, onde moram cidadãos comuns, como eu e você. É ir ao supermercado comprar queijo e vinho. É comprar coisas que você nem imagina o que seja e fazer piquenique na cama do hotel com tudo isso.

Conhecer Paris é ter vários mapas da cidade – alguns recolhidos no aeroporto, outros tantos das Galerias Lafayette. É marcar no mapa, com o lápis do hotel, o roteiro do dia seguinte.

Conhecer Paris é ir ao Louvre e encarar a Monalisa.Ver a coroa do Rei Sol, do Napoleão e o Código de Amurabi.

É passar 20 minutos caminhando para encontrar a Vênus de Milo. É comprar “coisinhas” na loja do museu e acabar o passeio debaixo da Pirâmide.

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Conhecer Paris é sentar num Café, comer croissant e pain o chocolat. É entrar na padaria e sair de lá um uma baguete. É comer macarron chez Les Délices de Manon. É tomar chocolate quente, comer sorvete, sanduiche de baguete, queijo, vinho, mais queijo, mais vinho.

Conhecer Paris é passear às margens do Sena. É passar por todas as pontes (de l’Alma, Pont Neuf, St. Michel, des Arts, du Carrousel, Pont Royal, de la Concorde, des Invalides…).  É apreciar cada detalhe em ouro da Pont Alexandre.

E depois de atravessá-la, ver dos detalhes do Grand e do Petit Palais, antes de seguir para Place de la Concorde.

Conhecer Paris é ir ao museu Rodin e encarar o Pensador e ver a delicadeza das mãos esculpidas pelo artista.

É ir ao D’Orsay e ver que o grande relógio da antiga estação ainda marca as chegadas e partidas, mesmo que imaginárias.

É ver o Obelisco e imaginar como foi parar ali. É pensar no gênio que foi André Le Notre ao criar jardins tão lindos, há tanto tempo.

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Conhecer Paris é ir ao cemitério. É passar uma tarde no Père Lachaise, outra no cemitério de Montmartre.

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É ver o túmulo dos famosos: Oscar Wilde, Jim Morrison, Larousse (o da enciclopédia!), Edith Piaf, Balzac, Molière, La Fontaine, Rossini, Chopin, Heloisa e Abelardo, Sartre e Simone de Beauvoir. E quase desistir, antes de encontrar o da Maria Calas

Conhecer Paris é ver as galerias de arte, no meio da rua.

Conhecer Paris é respirar história. É conhecer igrejas – Notre Damme, Saint Suplice, Saint Germain de Près, Sainte Clotilde.

É imaginar como eram as missas em 1200.

Conhecer Paris é ir às compras. Em lojas de museu, nos pequenos comércios perto dos pontos turísticos. E não esquecer de passear pelas Grandes Galeries (Printemps e Lafayette).

É ir ao terraço da Lafayette e ver a L’Ópera pelos fundos e a cidade de cima. É entrar na Sephora e comprar perfumes.

Conhecer Paris é ir a livrarias. Todas que encontrar. Pequenas, grandes, sebos. É ver o Moulin Rouge, a Tour Eiffel. Passear nos Jardins de Luxemburg e ver que a arte está em todos os lugares.

Conhecer Paris é ver a tumba do Napoleão, visitar o Musée D’Armée e ver quão magnífico é o domo da Église du Dôme. É – mais uma vez – passar pela loja do museu e comprar uma medalha do Napoleão.

Conhecer Paris é subir à Sacre Coeur (pela escada!)…

…e descer de trenzinho.

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É apreciar o colorido das floriculturas e dos jardins da cidade. É imaginar quantas cores ainda cabem na palheta de quem os criou.

Conhecer Paris é ver a Torre Eiffel de vários pontos da cidade.

É apreciar sua beleza arquitetônica também à noite.

Conhecer Paris é ouvir jazz na rua.

É ver um dos primeiros cabarés da cidade.

Por tudo isso, e muito mais…

…conhecer Paris é um estado de espírito!