Quanto mimimi pelo nome de um esmalte!

Comentário sobre: Risqué escorrega com coleção com nomes de homens e lida com crise no Twitter #homensrisque

Sim, mulher gosta de ganhar flores. Gosta de receber email no meio do dia dizendo ‘Eu te amo’. Também gosta de chegar em casa e ter um jantar a luz de velas. E quando está na expectativa da paquera e ele te chama pra sair. Não é lindo? Claro que é! Quando ele fez o pedido oficial de casamento, de namoro, … inesquecível, não?

Mulheres gostam dessas coisas e não são mais ou menos mulheres por isso. E são esses companheiros que elas buscam. Pessoas que fazem gestos simples que te deixam feliz.

Eu acho que quem agrada o outro deve merecer um tribuno. Quem faz coisas que me deixam feliz merece muito mais que um nome no esmalte.

Então, mulherada, que tal deixar de mimimi com os novos nomes de esmalte da Risqué, incentivar os pequenos atos de mudaança e aproveitar o jantar a luz de velas?

Nova coleção de esmaltes da Risqué
Novos nomes dos esmaltes Risqué causam polêmica

Pronto. Agora podem me esculhambar!

Brasil não joga? Então, cancela o protesto

NÃO DEU 
Um grupo de São Paulo que diz lutar “contra a corrupção na política” desistiu de organizar um protesto contra a presidente Dilma Rousseff na final da Copa, no domingo. “Abortamos a ideia porque infelizmente o Brasil não vai jogar”, diz o empresário Joe Diwan, presidente licenciado do Movimento Brasil Merece Mais, que fez um ato no ano passado em desagravo ao ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal.

(Mônica Bergamo, Folha de S. Paulo 11/07/2014)
Então se o Brasil não joga, a corrupção pode continuar? É assim, é? Eu hein…

Sequestro de servidor ainda sem solução

Atualizada em 20/07/2009 às 16h56

Na manhã desse domingo, o Novo Coppola foi sequestrado. Seus amigos (mesmos os mortos!) aguardam notícias. A polícia já foi acionada e suspeita que ele tenha sido levado para o Rio de Janeiro por uma quadrilha especializada em pegar carona em ambulâncias. Ainda não houve contato nem pedido de resgate.

Até as 10 horas da manhã desta segunda-feira, sabia-se que um servidor havia sumido. Só após minunciosa avaliação do desenvolvedor master plus, Fábio Luciano, foi descoberto o sumiço. Desde então a polícia trabalha no caso.

O Novo Coppola era a versão atualizada do velho Coppola. Ele foi criado para substituir o antigo que, há meses, faz greves e “operações Tataruga” na tentativa de se aposentar. “Isso é um absurdo! Sou um velho e tenho direito a aposentadoria. Agora, que arranjam um substituto, ele é sequestrado. Só pode ser coisa da oposição”, vociferava Coppola, na segunda-feira pela manhã.

A polícia descartou o envolvimento da oposição porque o sumiço aconteceu no final de semana. “Eles não trabalham direito nem durante a semana, quanto mais aos finais de semana”, disse um dos investigadores, que não preferiu não se identificar.

A família já fez um apelo emocionado nas rádios piratas do Rio e pediu que não façam mal aos teras do Novo Coppola . Em Brasília, apesar dos protestos, enquanto o Novo Coppola não é encontrado, o Coppola (velho) continuará nas suas funções originais.

Depoimento de Cássio Felipe, pai de um jovem notebook, que convive com os Coppolas: “Esse tipo de atitude me faz pensar em como é difícil criar um pequeno notebook hoje em dia. Só a nossa educação, dedicação e as constantes limpezas no HD já não resolvem mais. O mundo anda muito perigoso para nossos micros. Espero que a policia encontre os seqüestrados e lhe apliquem a pena que eles merecem. Sou a favor de Formatar pessoas que fazem isso.”

Se você não entendeu nada, esqueça! Esse post é só para quem trabalha comigo!

Manifesto pelo direito ao uso das sacolinhas plásticas e afins

Quero colocar uma garrafa em cada sacola plástica – e, dependendo da sacola, ainda poder usar duas.

Quero levar mais sacolas do que o necessário para poder usar no lixo do banheiro.

Quero passar pelo caixa sem que ele me ofereça uma sacola de material reciclado.

Quero usar saquinhos plásticos para o lanche das crianças.

Quero usar filme plástico para guardar comida na geladeira.

Quero tudo isso sem ter que passar pela Inquisição Ecológica

– que usa sacolas retornáveis, mas vai à padaria de carro.

Acima de tudo, quero o livre arbítrio para poder fazer tudo isso…

… ou não!

Escrito nos genes…

Tem gente que nasceu para fazer algum esporte. O corpo é perfeito, a força na medida exata – e o mínimo de esforço é necessário para que consiga colocar a bola na cesta, atravessar uma piscina num piscar de olhos, correr a velocidade da luz, ou anos-luz de distância… Esse tipo de talento vem escrito no código genético: “eis um esportista”.

Mas, e aquelas pessoas que gostam de esporte e cujo código genético foi praticamente escrito por um analfabeto nessa área? A elas, resta o esporte visual.

Ei, nunca ouviu falar no esporte visual??

Ele é democrático, se adapta a qualquer biotipo e você pode fazer em qualquer lugar. Além disso, praticamete não promove sudorese intensa, não tem treinos desgastantes e você não precisa escolher uma única modalidade. Se tem TV a cabo e assina ESPN ou Sport TV, então, pode praticar todas as modalidades. Você pode exemplo:

  • ver futebol
  • ver vôlei
  • ver tênis
  • ver natação
  • ver corrida

Aaahhh! Agora entendeu?

* * *

Minha mãe é a maior esportista visual que eu conheço. Ela sabe decor a tabela do Brasileirão, da Eurocopa, o ranking da ATP, qual o melhor nadador de 400m borboleta (se forçar a memória, sabe o tempo), qual foi a volta mais rápida da última prova da Fórmula 1 (e por quê!), qual jogador de basquete se contundiu no último jogo e quantos pontos ele fez. Ela perdeu a transmissão da última maratona, porque estava vendo uma final de triatlon – mas já assistiu aos melhores momentos. E, tudo isso, sem a menor vocação esportiva real. Dos 34 anos que a conheço, ela odeia suar e não corre nem para pegar o ônibus. Jogou um voleizinho e até um futebolzinho na juventude (contam as histórias de família, mas eu ainda acho que isso é lenda!!).

* * *

Agora dizem que o seu código genético tem influência direta nos seus relacionamentos pessoais, em como você faz amigos e quantos eles serão. Sua popularidade estaria definida quando você nasceu.

E você acredita nisso??

Um por semana…

Um por semana…
Escrever é como andar de bicicleta: a gente não esquece. Mas, quando passa muito tempo sem andar de bicicleta, nos primeiros 100 metros a gente fica, assim, meio bamba. Para não ficar “meio bamba”, também resolvi escrever, no mínimo, um texto por semana. Um texto qualquer… apenas escrever.

Sou uma jornalista com 3 blogs. Não escrevo em nenhum. Copio, colo. No máximo, faço um comentário. Estranho. não? Até eu mesma acho.

* * *

A pior parte de escrever sem inspiração é começar. Quando você tem uma idéia, um começo, uma inspiração, o texto flui… anda, as letras aparecem, a combinação de palavras perfeitas surge como que por puro encanto. Quando não tem, o texto sai a r r a s t a d o d e v a g a r… l e n t o!!

Fora isso, a enrolação. O escritor fica procurando assunto, pulando de um tema para outro. Algo meio esquizofrênico.

Aí, de repente, ela chega… A inspiração. Às vezes, chega devagar e o texto começa, aos poucos, a tomar forma. Outras vezes, a inspiração cai como piano de desenho animado e tudo começa a fazer sentido. Então, o leitor percebe – quase sente – que valeu a pena começar a leitura. E o escritor… esse entra em transe. Um transe literário redacional.

* * *

Transe literário redacional (TLR) = doença genética e não contagiosa.
Há vários tipos. Alguns causam sérios danos, mas raramente algum deles é no portador da doença e sim em terceiros. Outros consegue transformar a doença até em ganha pão. Muitos tem e nem sabem. E tem gente que quer ter, se esforça – até finge!! – mas, definitivamente, não tem!

* * *

Ainda não sei se sofro de TLR ou se estou no grupo que se esforça, mais nunca terá um diagnóstico assim. Mas se for – ai meu deus!! – não cliquem no RSS!! Será sempre uma tortura.

O ser humano é imprevisível – sempre para o pior

Isso é o que teu tenho visto nos últimos tempos. Se a coisa está ruim, aproveite, ela vai piorar! Lei de Murphy absoluta.

Mas o que se pode fazer com isso? Se preparar para o pior, esperar que nada dê certo e que as coisas vão descambar de vez. Aí, o pior não vai ser tão pior assim. Alguma coisa vai acabar dando certo (mesmo que por pura sorte!). E se não é tão pior e algo der certo, não vai descambar nada.

Complexo??

Siiiiim. Mas eficaz – dá resultado! Talvez não tão eficiente – não será, provavelmente da melhor forma. Mas efetivo – chegaremos lá!

E como diz o ditado: Entre mortos e feridos, todos se salvarão.