Assunto não faltou… mas o tempo, quanta diferença!

Acho que todos (os meu 4 leitores) merecem uma explicação do porque não escrevi com a frequência que prometi. Lá vai… eu estava ocupada.

Algumas vezes, confesso, pensei num texto bem legal sobre a campanha presidencial desse ano. O assunto: Como que o Lula pode dizer que se preocupou em investir na educação se em várias oportunidades ele mesmo disse que “Diploma pra quê? Eu não tenho e sou presidente!” (leia a frase com a língua presa e coloque um ou dois erros de português, por favor – para dar realismo ao momento!).

Também pensei em escrever meus primeiros momentos com um “fogão de indução”. Se você não sabe o que é, indico o Google – ele sabe. Quase devolvi o fogãozinho porque ele não ligava. Aí descobri que o problema não era o fogão e sim a panela – na minha “época”, qualquer panela servia, mas nessas “modernidades”…

Pensei em escrever sobre minhas experiências profissionais e como a geração dos 20 anos hoje não está nem aí pra nada, não quer comprometimento com o trabalho, com suas atividades, com a vida.

Aaahh! Pensei em escrever sobre dietas – não só copiar e colar, como no Dieta & Cia. Escrever sobre a minha tentativa – frustrada lógico! – de emagrecer tomando remédio (eca! Nunca mais) comprando comidinhas lights, indo na nutricionista (chatooo…), essas coisas.

Pensei em escrever sobre morte, perdas, os sustos – e surtos – da vida.

Também crescimento e aprendizagem infantil esteve em pauta: como as crianças aprendem a ler e a gente não pode mais enganá-las.

Também teve os meus primeiros momentos com um carro automático. Só para rimar, dramático!

Assunto, definitivamente não faltou. O que faltou foi a droga do tempo – outro assunto que eu queria ter falado: por que a gente só tem 24 horas em cada dia; não seria melhor arredondar para 30?

2010 – Último capítulo

Mais um ano está – quase – chegando ao fim. Ok! Escrever
sobre o final de ano e começar com essa frase é tão piegas que me deu embrulho
no estômago agora.

Muitas coisas aconteceram esse ano e, dezembro – mais uma
vez o embrulho no estômago – é hora de colocar a casa em ordem e ver, rever,
curtir ou exorcizar as coisas.

Na lista dos 10 mais:

1) Eu ME CASEI!
2) Eu conheci Portugal.
3) Eu fui a Santiago de Compostela – não foi caminhando, como peregrina; foi de carro, com ar condicionado, depois de ter passado uma noite num resort 5 estrelas, mas vale né?
4) Eu fui a Paris DE NOVOOOO!
5) A Hannah aprendeu a ler e escrever – isso não é DEMAIS?
6) A filha da Luiza nasceu! Mais um bebê na família.
7) Meu marido voltou para a UnB.
8 ) Minha mãe teve câncer. E curou.
9) Minha avô morreu… de câncer.
10) Eu fiz todos os exames e… tá tudo bem – ufa!

Com cada uma dessas, da listinha das 10 mais, outras 10
surgiram, mas – pelamordedeus! – citar tudo primeiro ia ser no mínimo cansativo
para as 3 (ou 4) pessoas que vão ler isso.

Mas… qual é o objetivo do post?

Primeiro, dizer que tantas coisas importantes (e outras nem
tanto) aconteceram nesse ano que eu não cumpri o que prometi – escrever um texto
por semana para esse triste e solitário blog. Depois, para prometer, de novo,
que – siiiiim!!!!  – eu vou escrever um
texto por semana para postar aqui!

Risos? … eu ouvi risos?? …

Tá bom! Podem rir, gargalhar se quiserem. Vou escrever um
texto por semana. É que as minhas semanas são, um pouquinho, maiores que as
normais. As vezes elas tem mais de 90 dias… Disso vocês não saibiam, né?

Mesmos pais com cores diferentes

Pais mestiços podem legar a filhos tanto genes para pele clara quanto para pele escura, gerando gêmeos aparentemente díspares.

Do G1, em São Paulo 

O último caso a ganhar notoriedade foi o da britânica Kerry Richardson, com seus meninos Layton (loiro) e Kaydon (mulato). Trata-se de um acontecimento raro, mas não tem nada de miraculoso – e não é nem preciso duvidar da fidelidade da mãe ao marido para explicar o que acontece.

A informação crucial na maioria dos casos é que pelo menos um dos membros do casal tem herança racial mista. Kerry, por exemplo, é descendente de negros nigerianos e ingleses brancos, enquanto seu marido é de origem européia. Como a cor da pele entre seres humanos é determinada por um conjunto de quatro a seis genes diferentes, casais mestiços podem, com uma bela dose de sorte, gerar bebês muito diferentes entre si.

Esses vários genes contêm a receita para a produção da melanina, a “tinta” bioquímica que dá cor à pele humana. Cada um deles induz a produção de tipos ligeiramente diferentes de melanina, uns ligados a pessoas de pele mais clara, outros a pessoas de pele mais escura. Os bebês recebem cópias desses genes tanto do pai quanto da mãe. Normalmente, se o pai é branco e a mãe é negra, os efeitos se misturam: é por isso que o filho de um negro (com genes para pele escura) com uma branca (com genes para pele clara) tende a ser mulato, ou seja, ter cor de pele intermediária. Mas, em seu DNA, o bebê tem ambos os tipos de gene.

Assim, Kerry poderia passar a seus filhos tanto genes para pele clara quanto os para pele escura. Aí é que vem o acaso: quando produziu seus óvulos, ela deve ter passado para um deles apenas as cópias ligadas à pele clara; já o outro óvulo “ganhou” apenas as cópias de genes para pele escura. Assim, um dos bebês nasceu mulato (por causa da ação dos genes para pele clara do marido), enquanto o outro é loiro.

Clique aqui para ver as fotos dos bebês divulgadas pelo “The Sun”.

Clique aqui para ver os irmãos Layton e Kaydon.

Coyote vs. ACME

Da Revista Piauí

No Tribunal Distrital dos Estados Unidos,
Distrito do Sudoeste, Tempe, Arizona
Caso: no B19294,
Juíza: Joan Kujava
Wile E. Coyote [ Autor] vs. ACME Company [Ré]

 

Declaração inicial do dr. Harold Schoff, advogado do sr. Coyote: meu cliente, o sr. Wile E. Coyote, residente no Arizona e estados contíguos, vem por meio desta propor ação indenizatória para reparação de perdas e danos contra a Acme Company, fabricante e distribuidora no varejo de mercadorias variadas, fundada no Delaware e ativa em todos estados, distritos e territórios dos Estados Unidos da América. O sr. Coyote pretende compensação por danos materiais e estéticos, lucros cessantes e perturbações mentais, diretamente produzidos por atos e/ou negligência grosseira da companhia citada, nos termos do Título 15 do Código Civil Americano, capítulo 47, seção 2.072, subseção (a), que define a responsabilidade do fabricante por seus produtos.

 

O sr. Coyote afirma que, em oitenta e cinco ocasiões distintas, adquiriu da Acme Company (doravante referida apenas como “Ré”), através do Departamento de Reembolso Postal da empresa, certos produtos que lhe causaram as lesões físicas mais diversas em decorrência de defeitos de fabricação ou da falta de advertências claras ao consumidor estampadas nas respectivas embalagens. Os recibos de venda em nome do sr. Coyote, apresentados como prova de compra, foram devidamente encaminhados ao Tribunal e rotulados como Prova a. As lesões supra sofridas pelo sr. Coyote resultaram na restrição temporária de sua capacidade de sustentar-se com seu ofício de predador. O sr. Coyote é autônomo e, portanto, não faz jus ao Auxílio-Desemprego por Invalidez.

 

O sr. Coyote afirma que, no dia 13 de dezembro, recebeu a entrega postal de um Trenó a Jato da Acme. A intenção do sr. Coyote era utilizar o referido Trenó a Jato para ajudá-lo na perseguição e captura da sua presa. Ao receber o Trenó a Jato, o sr. Coyote na mesma hora removeu o produto da embalagem de madeira e, avistando sua presa ao longe, ativou a ignição. Quando pôs suas mãos no local indicado e cuidou de segurar firme o veículo, este acelerou com uma força tamanha e tão repentina que esticou os membros anteriores do sr. Coyote a uma extensão de quinze metros. Em seguida, o restante do corpo do sr. Coyote foi puxado para a frente com um repelão violento, o que submeteu suas costas e seu pescoço a um esforço extremo de tração e resultou no seu inesperado deslocamento para bordo do referido veículo. Desaparecendo no horizonte tão depressa que só deixou para trás uma diminuta nuvem de fumaça, graças ao Trenó a Jato o sr. Coyote logo emparelhou com a sua presa. Nesse exato momento, contudo, o animal perseguido descreveu uma curva brusca e inesperada para a direita. O sr. Coyote fez o possível para acompanhar a manobra mas não conseguiu, por culpa do projeto inadequado do sistema de direção do Trenó a Jato — para não falar de seu dispositivo de frenagem, defeituoso ou mesmo inexistente. Pouco depois, o avanço contínuo e incontrolável do Trenó a Jato levaria tanto o veículo quanto o sr. Coyote a uma colisão frontal com a borda de um precipício.

 

O primeiro parágrafo do Laudo Médico (Prova B) preparado pelo dr. Ernest Grosscup, devidamente credenciado como perito médico judicial, descreve as múltiplas fraturas, lacerações e lesões corporais sofridas pelo sr. Coyote em decorrência da colisão acima referida. O tratamento demandou a aplicação de uma bandagem completa de atadura a toda volta do crânio (com a exceção das orelhas), a adoção de um suporte ortopédico especial para o pescoço e o uso de aparelhos de gesso completos ou parciais em todas as quatro patas.

 

Com os movimentos tão tolhidos por todo esse aparato terapêutico, o sr. Coyote ainda assim se via obrigado a prover seu sustento e, com tal finalidade, adquiriu da Ré, como forma de auxílio à sua locomoção, um par de Patins a Jato Acme. Todavia, ao tentar empregar o referido produto, envolveu-se num acidente notavelmente similar ao ocorrido com o Trenó a Jato. Aqui, a Ré reincidiu na venda direta pelo reembolso postal, sem dar-se ao cuidado de qualquer advertência ao consumidor, de um produto em que usa potentes motores a jato (dois, no caso em pauta) na propulsão de veículos inadequados para tal, marcados pela insuficiência ou mesmo a ausência completa dos devidos dispositivos de segurança para o passageiro. Prejudicado pelo peso de seus aparelhos de gesso, o sr. Coyote perdeu o controle dos Patins a Jato logo depois de prendê-los aos pés, colidindo tão violentamente com um cartaz de beira de estrada que nele produziu um recorte na forma de sua silhueta completa.

 

O sr. Coyote afirma ainda que, em ocasiões numerosas demais para detalhar no presente requerimento, sofreu os mais variados infortúnios com explosivos adquiridos à Ré: o Buscapé “Gigantinho” Acme, a Bomba Aérea Auto- Guiada Acme, etc. (Para uma relação completa, ver o Catálogo Acme de Explosivos pelo Reembolso Postal e o depoimento do queixoso sobre esse aspecto da questão, anexados ao Processo como Prova C.) De fato, é possível afirmar com toda a segurança que nenhum dos explosivos adquiridos da Ré pelo sr. Coyote jamais exibiu o desempenho que dele se esperava. Para citar apenas um exemplo: à custa de muito tempo e intenso esforço pessoal, o sr. Coyote construiu, ao longo da orla externa de uma elevação isolada, uma calha inclinada de madeira que começava no alto da referida elevação e ia descendo em espiral, descrevendo voltas em seu redor, até poucos metros acima de um x preto pintado no chão do deserto. A calha inclinada foi construída de tal maneira que um explosivo esférico do tipo vendido pela Ré pudesse descer rolando rápido e facilmente por ela até o ponto de detonação, indicado pelo X. O sr. Coyote cobriu o x com uma generosa pilha de alimento para aves, e então, carregando a Bomba Acme Esférica (número 78-832 do Catálogo), subiu até o alto da supracitada elevação. A presa do sr. Coyote, ao ver a pilha de alimento, aproximou-se, ao que o sr. Coyote acendeu o pavio do engenho explosivo Numa fração de segundo, porém, o pavio queimou até o fim, provocando a detonação da bomba.

 

Além de anular todo o meticuloso esforço construtivo do sr. Coyote, a detonação prematura do produto da Ré resultou nos seguintes danos estéticos ao sr. Coyote:

 

1. Chamuscamento grave dos pêlos da cabeça, do pescoço e do focinho;
2. Empretecimento facial pela fuligem;
3. Fratura da orelha esquerda na base, causando o tombamento do dito apêndice, logo em seguida à detonação, com um rangido claramente audível;
4. Combustão total ou parcial dos bigodes, produzindo seu enroscamento, desmanche no ar e desintegração em cinzas;
5. Arregalamento radical dos olhos, devido ao calcinamento das pálpebras e sobrancelhas.

 

E tratemos agora dos Calçados a Mola Acme. Os vestígios de um par do referido produto adquirido pelo sr. Coyote no dia 23 de junho constituem a Prova d encaminhada pelo Autor da presente ação a esta Corte. Alguns fragmentos foram encaminhados para a devida análise ao Laboratório de Metalurgia da Universidade da Califórnia, em Santa Barbara, onde até hoje, todavia, não foi encontrada qualquer explicação para o súbito e radical mau funcionamento do produto. No anúncio da Ré, os referidos Calçados a Mola são de extrema simplicidade: duas sandálias de madeira e metal, cada uma delas presa a uma mola de aço forjado de alto poder tensiométrico, mantida em posição de grande compressão por um mecanismo cujo desarme pode ser comandado por um gatilho de cordão. O sr. Coyote julgava que tal aparato teria como capacitá-lo a capturar sua presa com curtíssimo tempo de perseguição, num momento inicial da caça em que os reflexos rápidos são fator decisivo.

 

A fim de aumentar ainda mais a força propulsora dos referidos calçados, o sr. Coyote prendeu-os pela sola à face lateral de um volumoso rochedo. Em posição adjacente a este rochedo, ficava um caminho que a presa do sr. Coyote costumava percorrer regularmente. O sr. Coyote calçou suas patas traseiras nas sandálias de madeira e metal e agachouse em preparação, segurando com firmeza o cordão de disparo em sua pata dianteira direita. Dali a pouco tempo, a presa do sr. Coyote de fato apareceu no caminho, rumando em sua direção. Sem desconfiar de nada, deteve-se muito perto do sr. Coyote, claramente ao alcance da extensão total das molas. O sr. Coyote avaliou a distância com todo o cuidado e puxou o cordão.

 

A essa altura, o produto da Ré deveria ter impelido o sr. Coyote para diante e para longe do rochedo. Ao invés disso, contudo, por razões desconhecidas, os Calçados a Mola Acme empurraram o rochedo para longe do sr. Coyote. Enquanto a presa visada assistia incólume, o sr. Coyote ficou imóvel por alguns instantes, suspenso em pleno ar. Em seguida, foi puxado com toda a força pelo retrocesso das molas, o que provocou uma violenta colisão de seus pés com o rochedo em que todo o peso da cabeça e de seus quartos anteriores recaiu sobre suas extremidades posteriores.

 

A força desse impacto, por sua vez, determinou uma nova extensão das molas, em virtude da qual o sr. Coyote viuse impelido dessa vez verticalmente para o alto. O que foi acompanhado de um segundo retrocesso e uma segunda colisão. Nesse ínterim, o rochedo supracitado, de forma aproximadamente ovóide, começara a rolar aos solavancos encosta abaixo com uma velocidade crescente, aumentada pelos sucessivos vaivéns da mola. A cada retrocesso, o sr. Coyote se chocava com o rochedo, ou o rochedo se chocava com o sr. Coyote, ou os dois se chocavam com o solo. Uma vez que o declive era bastante longo, tal processo se estendeu por um tempo considerável.

 

A seqüência dessas colisões resultou numa série de lesões físicas de ordem sistêmica ao sr. Coyote, a saber: achatamento dos ossos cranianos, destroncamento lateral da língua, redução do comprimento das pernas e do torso e compressão geral das vértebras, da base da cauda até a cabeça. A ocorrência desses choques repetidos ao longo do eixo vertical produziu uma série de dobramentos horizontais regulares nos tecidos corporais do sr. Coyote — condição rara e extremamente dolorosa em virtude da qual o sr. Coyote passou a expandir-se e contrair-se alternadamente no comprimento quando andava, emitindo um desafinado som de acordeão a cada passo. A natureza altamente perturbadora e embaraçosa desse sintoma acabou por constituir-se, para o sr. Coyote, em importante empecilho para uma vida normal em sociedade.

 

Como este Tribunal deve saber, a Ré detém o monopólio virtual da manufatura e da distribuição das mercadorias necessárias ao trabalho do sr. Coyote. Afirmamos que a Ré abusa de sua posição privilegiada no mercado, em detrimento do consumidor de seus produtos especializados como o pó-de-mico, as pipas de papel tamanho gigante, as armadilhas para tigre birmanês, a bigorna e os elásticos de borracha de cinqüenta metros de comprimento. Por mais que tivesse perdido a confiança nos produtos da Ré, não existia outra fonte de suprimento a domicílio à qual o sr. Coyote pudesse recorrer. Só podemos tentar imaginar o que nossos parceiros comerciais da Europa Ocidental e do Japão iriam pensar de situação semelhante, na qual se permite que uma empresa gigantesca vitime seu consumidor vezes sem conta, da maneira mais descuidada e malévola que se possa conceber.

 

O sr. Coyote vem requerer, com todo respeito, que este Tribunal considere essas implicações econômicas mais amplas e obrigue a Ré ao pagamento de danos punitivos no montante de dezessete milhões de dólares. Ademais, o sr. Coyote pede reparação de danos materiais (refeições perdidas, despesas médicas, dias indisponíveis para sua ocupação profissional) no valor de um milhão de dólares; e de danos morais (sofrimento mental, perda de prestígio) no valor de vinte milhões de dólares; além de honorários advocatícios no valor de setecentos e cinqüenta mil dólares. Pedido total: trinta e oito milhões, setecentos e cinqüenta mil dólares. Concedendo ao sr. Coyote o montante requerido, este Tribunal irá penalizar a Ré, seus diretores, funcionários, acionistas, sucessores e procuradores, na única linguagem por eles compreendida, reafirmando o direito individual do predador à proteção eqüitativa da lei.

Aposentada morre após trote do seqüestro em SP

em Terra Notícias

A aposentada Sebastiana Emiliana Ribeiro, 73 anos, morreu anteontem, em São José dos Campos, vítima de enfarte, ao receber um trote. De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, criminosos ligaram dizendo que o filho dela fora seqüestrado.

Com o susto, Sebastiana começou a passar mal. Ela chegou a ser socorrida no Hospital Municipal de São José dos Campos, mas morreu logo depois.

Meu comentário
Azar de quem passou o trote!! Agora pode ser condenado por homicídio… haha

Suicídio é maior entre mulheres com implantes nos seios

da BBC, em Londres

Mulheres com implantes de silicone nos seios têm entre duas e três vezes mais probabilidade de cometerem suicídio, de acordo com uma série de estudos publicados pela revista médica New Scientist.

Os estudos incluem uma pesquisa americana que acompanhou 13 mil mulheres e um estudo canadense, com 24 mil pacientes.

Esses dois estudos inicialmente procuravam supostas ligações entre os implantes de silicone e doenças como câncer e problemas do sistema imunológico.

“A única descoberta consistente de todos os estudos foi a inesperada ligação com o suicídio”, disse Joseph McLaughlin, diretor do Instituto Internacional de Epidemiologia em Rockville, nos Estados Unidos, que coordenou alguns dos estudos.

Mistério

Os cientistas não sabem a razão da maior probabilidade de mulheres com implantes nos seios cometerem suicídio.

Uma das hipóteses é que as mulheres que sentem a necessidade de fazer a cirurgia têm mais chances de sofrerem de problemas psiquiátricos e tendências suicidas. Esses problemas não seriam detectados, ou seriam ignorados por cirurgiões, colocando essas mulheres sob maior risco.

Um estudo dinamarquês sugere que 8 por cento das mulheres que tiveram implantes haviam sido admitidas em hospitais psiquiátricos antes da cirurgia, principalmente por “neurose e distúrbios de personalidade”, além de “abuso de álcool e substâncias”.

Das mulheres com implantes que cometeram suicídio, metade havia passado por instituições psiquiátricas antes da cirurgia.

Transtorno dismórfico

Outro problema comum entre pessoas que passaram por cirurgias plásticas é o transtorno dismórfico corporal (TDC), em que os pacientes são obcecados por falhas pouco perceptíveis ou inexistentes de sua aparência física.

Cerca de três quartos das pessoas com TDC buscam intervenções como cirurgias plásticas e procedimentos dermatológicos.

Acredita-se que entre 6 e 15 por cento dos pacientes de cirurgias plásticas nos Estados Unidos sofram da doença.

Segundo os cientistas, os pacientes com TDC tem um risco muito maior de se auto-mutilarem, e por isso mais riscos de se matarem.

Outra teoria, mas que é considerada muito remota, é que vazamentos nos implantes poderiam alterar a química do cérebro, despertando tendências suicidas em algumas mulheres.

Personagens da Disney não mais endossarão “junk food”

do UOL Notícias

A Walt Disney, tratando da crescente preocupação dos pais com a nutrição de seus filhos, disse nesta segunda-feira (16) que reduzirá o uso de seu nome e personagens em alimentos que não atendam a novos padrões nutricionais. As novas diretrizes limitam quanto açúcar, calorias e gordura podem estar nos alimentos vendidos por empresas com as quais a Disney tem relacionamentos de licenciamento.

A medida, que surge em um momento de crescente preocupação com a obesidade das crianças, provavelmente colocará pressão sobre os concorrentes da empresa para fazerem o mesmo. Não foram mencionados na iniciativa de segunda-feira a publicidade considerável de produtos de junk food que é exibida nos canais de televisão da Disney, especialmente o “Toon Disney” e o “ABC Kids”.

Mas a mudança de política foi amplamente saudada pelos especialistas do setor de alimentos, que a consideraram um posicionamento importante no debate cada vez maior em torno do que os país querem que seus filhos comam e o que as empresas de alimentos estão tentando vender para eles.

“Eu acho que é muito significativo”, disse Margo G. Wootan, diretora de política de nutrição do Centro para a Ciência de Interesse Público, um grupo de defesa em Washington. “Os personagens da Disney não aparecerão em Pop-Tarts, waffles e doces. Isto permitirá que os pais alimentem seus filhos de forma mais saudável.”

Além das restrições de licenciamento, a Disney disse que os restaurantes em seus parques temáticos também mudarão os itens do cardápio, trocando batatas fritas por opções mais saudáveis, como cenouras ou compota de maçã.

Por anos, a Walt Disney licenciou sua poderosa marca e personagens, de Mickey Mouse aos atuais favoritos das crianças como Buzz Lightyear, de “Toy Story”, e Relâmpago McQueen, de “Carros”, para empresas como McDonald’s, Coca-Cola e Kellogg, que vendem produtos alimentícios ricos em calorias.

A Kellogg, por exemplo, vende seu cereal Apple Jacks e os chips de chocolate Pop-Tarts com brinquedos de Relâmpago McQueen dentro das caixas. Estes produtos provavelmente não atenderão as novas diretrizes. Bob Esponja, o popular personagem da Nickelodeon, também é licenciado para os Pop-Tarts e cookies da Kellogg.

A obesidade infantil se tornou uma grande preocupação entre os profissionais de saúde. Segundo a Associação Americana de Obesidade, 15,5% das crianças com idades entre 12 e 19 anos são obesas, uma triplicação desde 1980. Para crianças com idades entre 6 e 11 anos, o número é de 15,3%, duas vezes mais que em 1980. Agora, a maior conscientização dos país e das autoridades públicas -o prefeito Michael R. Bloomberg propôs a proibição da gordura trans nos restaurantes de Nova York- tem colocado um freio a tais acordos comerciais.

A Disney disse na segunda-feira que as diretrizes entrarão oficialmente em vigor assim que os contratos de licenciamento em vigor expirarem no final de 2008. Os itens que serão excluídos de acordos de licenciamento da Disney serão aqueles cujo total de gordura ultrapasse 30% nos pratos principais ou acompanhamentos e 35% em lanches, gordura saturada que ultrapasse 10% das calorias nos pratos principais e lanches, e em que o açúcar adicional ultrapasse 10% das calorias nos pratos principais e 25% nos lanches.

Toda a gordura trans deverá ser eliminada dos alimentos nos restaurantes dos parques temáticos da Disney até 2007 e dos alimentos licenciados até 2008.

Os executivos da Disney disseram na segunda-feira que a medida não visa
tanto as empresas com as quais a Disney mantêm relacionamentos comerciais, mas alguns de seus produtos de maior número de calorias. “Chicken McNuggets, batatas fritas e Coca-Cola, eles não se enquadram”, disse o dr. James O. Hill, diretor do Centro para Nutrição Humana da Universidade do Colorado, que auxiliou a Disney na formulação dos novos padrões. Mas, ele disse, saladas e outros produtos menos dependentes de açúcar não estão proibidos.

A Disney tem um relacionamento de longa data com o McDonald’s. A empresa tem um contrato de licenciamento que inclui o McLanche Feliz que expirará neste ano. E restaurantes McDonald’s operam dentro dos parques temáticos da Disney.

Os personagens da Disney cobrem uma série de outros produtos que não
atenderão aos padrões revisados, incluindo cereais com açúcar e outros itens ricos em calorias como Pop-Tarts. “É uma medida ousada”, disse Hill. “Seria bom se os restaurantes de fast-food fizessem o mesmo.”

Ainda assim, a omissão de quaisquer diretrizes voltadas à propaganda de junk food nos canais de televisão da empresa – incluindo “ABC” e “Toon Disney” – é um indício de que uma proibição da publicidade de alimentos não saudáveis nos canais da Disney não está prevista.

Filme de terror mostra turistas roubados no Brasil


do G1 em São Paulo

Jovem turista é drogada e roubada, em filme de terror que se passa no Brasil

Não aceite bebida de estranhos. Ainda mais se você for um gringo em viagem de férias pelo Brasil. É a lição de “Turistas”, o primeiro filme lançado pela Fox Atomic (braço da Fox Filmes voltado para o público jovem), com previsão de estréia em 1º de dezembro.

No longa, quatro amigos “mochileiros” tiram férias e embarcam em uma viagem pelas praias paradisíacas do Brasil. Mas se dão mal após serem embebedados, drogados e roubados.

Como se não bastasse, o trailer ainda dá a entender que o quarteto é submetido a torturas ou a uma espécie qualquer de procedimento cirúrgico. Será que eles acordam em uma banheira cheia de gelo, com algum órgão faltando?

Poderia ser a terceira ou quarta parte de “Lenda Urbana”, mas é apenas um filme de terror passado no Brasil. E, ao que tudo indica, o cenário não foi escolhido pelo diretor John Stockwell -que fez meia dúzia de filmes e alguns episódios da série “L World”- por acaso.

O trailer traz a seguinte mensagem: “Parece o paraíso. Parece férias. Mas em um país onde pode tudo, qualquer coisa pode acontecer”. Então, amigos, menos caipirinha da próxima vez!

Meu comentário
A verdade pode doer, né?

Motoristas ingleses pensam em sexo no trânsito


Do G1, em São Paulo

Estudo mostrou que mais de um milhão de condutores pensam em sexo ao invés de prestar atenção no caminho que estão fazendo

Mais de um milhão de motoristas ingleses pensam em sexo em vez de prestar atenção no trânsito e muitos outros milhões, que não pensam nisso, se preocupam com o trabalho ou com suas famílias, segundo uma pesquisa divulgada na última quinta-feira (5) na Inglaterra.

Os dados são parte da conclusão de estudo realizado pela companhia de seguros “More Than”. O estudo aponta que um em cada cinco motoristas admite que se concentra na direção menos do que 75% do tempo.

A pesquisa foi conduzida pela empresa Sky Living para a “More Than”. Foram entrevistados 2.497 adultos em junho de 2006. Os números totais apresentados são uma estimativa baseada nas porcentagens obtidas nas entrevistas e no total de motoristas ingleses.

Mas sexo não foi a única distração na mente dos condutores. Para 3,2 milhões deles, o trabalho foi o foco principal. E para 2 milhões questões familiares foram prioridade.

“Hábitos perigosos podem ser ‘desaprendidos’ com a mesma facilidade que podem ser aprendidos, mas primeiro os motoristas precisam admitir o risco que correm quando não se concentram na direção”, disse Lisa Dorn, diretora do Centro de Pesquisas de Motoristas da Universidade de Cranfield.

A pesquisa revelou também o que os motoristas mais odeiam. Em primeiro lugar são outros motoristas dirigido colados na traseira (28%). Em segundo, aqueles que ocupam a pista inteira (20%). E depois os motoristas que fecham os outros carros (11%).

Meu comentário
A pergunta que não quer calar:
só ingleses pensam nisso enquanto dirigem?